Vinho: quanto mais velho melhor?

Nem sempre! O vinho é um elemento vivo que nasce, evoluí, atinge seu ápice e depois declina até ficar decrépito. O segredo aqui é degustá-lo no apogeu, mas isso muda de vinho para vinho. Então como “descobrir” qual a melhor data para desfrutá-lo?
Vinhos jovens – Exuberantes em aromas, sabores e frescor são feitos para serem degustados imediatamente exaltando essas características e em alguns casos aceitam bem um curto envelhecimento em garrafa, mas isso depende de como foi feito, do estilo, das castas utilizadas, etc.
Vinhos de guarda – Gran Reservas, Reservas e clássicos do Velho Mundo (Borgonhas, Bordeaux, Barolos, Brunellos, Riojas, Douros, etc.). Devido a um envelhecimento obrigatório no produtor chega ao mercado pronto para ser consumido, mas ainda tem potencial para atingirem seu máximo esplendor e complexidade com mais alguns anos em garrafa.
Vinhos espumantes – Não safrados devem ser consumidos no mesmo ano em que foram produzidos ou no máximo no ano seguinte. A exceção aqui são os espumantes e os champagnes especiais ou safrados (Millésimes, Cuvées Prestige, etc.), que são capazes de envelhecer por décadas e ganhar grande complexidade.
Até semana que vem com mais informações e curiosidades sobre o mundo do vinho.

Santé!
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